Sobre mim?

"Thanks por fazer parte das tuas histórias."

Os leitores chamam‑me louco, doido, maluco — e talvez tenham razão. Mas o que realmente me ilumina o sorriso é quando dizem que escrevo bem. Que a minha escrita cativa. Que prende e, ao mesmo tempo, liberta. Que faz viajar.

"Escreves bem pra crlh man, grandes mensagens."

"Agora fiquei ansiosa, os teus textos deixam-me sempre com o coração na mão."

"Não é preciso dizer nada, está excelente! Os teus textos são inspiradores."

"Gosto da tua escrita, tens uma criatividade enorme."

Porque escrevo?

Escrevo!
Não porque tenha algo extraordinário para contar, mas porque a escrita é o meu lugar natural.
Escrevo para quem lê, para quem sente, para quem procura.
Escrevo para mim, por mim, através de mim.
A escrita é viagem, é fuga, é abrigo.
A escrita é o que me mantém inteiro.
Não escrevo porque estou vivo.
Escrevo para continuar vivo.
Dou voz aos meus demónios para que não me devorem.
Transformo-os em palavras para que não se transformem em silêncio.
Escrevo para sobreviver.
E se um dia não escrever…
Talvez deixe de existir.

Contador de histórias.

Comecei a escrever em 2005, num pequeno diário que guardo até hoje. Eram textos curtos, quase sussurrados, que chamava de “Desabafos” ou “Pensamentos”. Depois, vieram as canções, as pequenas histórias... Os cadernos cheios de vidas que inventei, e que ainda me acompanham. Com o tempo, as palavras deixaram de caber apenas no papel. Nas redes sociais, começaram a ser partilhadas, comentadas, criticadas — umas vezes com carinho, outras com dureza. Muitos perguntam de onde vem tanta imaginação, tanta criatividade, tanta vontade de escrever. A resposta é simples: “De tudo! Inspiro-me em tudo. A imaginação é um dom.” Se estes textos saem do Facebook para ganhar um espaço próprio, é porque os leitores o pediram. Este site existe por causa deles — leitores, cúmplices e co-criadores deste espaço.

Galeria

A inspiração tem todas as formas e cores do universo.